ANÁLISE DE DESPESAS:
Processo que consiste em
fazer o levantamento das despesas e em seguida estudá-las para
verificar se o dinheiro está realmente sendo gasto com o que se
pretendia inicialmente.
C.
CONSUMISMO:
É o ato de comprar
em excesso e gastar demais com um item supérfluo, ou seja, que não
precisamos.
CONSUMO:
É a simples aquisição de bens necessários para a nossa
sobrevivência e necessidades do dia-a-dia.
D.
DÉFICIT:
Em sentido económico ou
financeiro, é a diferença negativa entre dois valores
representativos de receitas e despesas. No caso do orçamento
familiar, se o valor das receitas é maior que o valor das despesas,
a família está em déficit. O seu oposto é o superávit. Pode se
referir também à balança comercial ou às finanças públicas, entre
outras […]
DESPERDÍCIO:
Refere-se às despesas que
fazemos sem pensar e que pouco ou nada acrescentam à nossa qualidade
de vida.
DESPESA:
Refere-se ao dinheiro que sai do nosso orçamento, isto é, quanto uma
pessoa gasta.
DESPESA FIXAS:
É aquela que tem presença
constante no orçamento e cujo valor dificilmente sofrerá alterações
significativas nos próximos meses. São os gastos nos quais seria
muito difícil economizar. Por exemplo: aluguer ou prestação da casa
própria; plano de saúde; telefone fixo; mensalidades de escola ou
curso; condomínio.
DESPESA VARIÁVEL:
É aquela cujo valor tem mudança significativa de um período para
outro. Estas despesas podem ser de natureza planeada ou inesperada,
como por exemplo a compra de presente ou a reparação de um
eletrodoméstico.
DIA MUNDIAL DA POUPANÇA: O
Dia Mundial da Poupança celebra-se anualmente a 31 de outubro. Foi
criado com o objetivo de alertar os consumidores para a necessidade
de disciplinar gastos e de amealhar alguma liquidez, de forma a
evitar situações de sobre-endividamento. A ideia de criar uma data
especial para promover a noção de poupança surgiu em outubro de
1924, durante o primeiro Congresso Internacional de Economia, em
Milão. Todos os anos são organizadas diferentes atividades neste
dia.
E.
ENDIVIDAMENTO: É um indicador de saúde financeira
que mede quanto uma empresa ou um agregado familiar tem em dívida
sobre o seu património ou rendimento.
EMPRÉSTIMO:
Operação em que uma
pessoa obtém dinheiro numa instituição financeira, pagando juros por
isso.
I.
IMPOSTO: É
omontante
de dinheiro que os cidadãos de um país devem pagar ao Estado para
garantir a funcionalidade de serviços públicose
coletivos.
Inflação:
É o aumento geral dos
preços dos bens e serviços num determinado período.
INVESTIMENTO: É o capital que se aplica com o
intuito de obter rendimentos a prazo.
J.
JURO: É orendimento
que se obtém quando se empresta dinheiro por um determinado período.
Os
juros são para o credor (aquele que tem algo a receber) uma
compensação pelo tempo que
ficará sem
utilizar o dinheiro emprestado.
L.
LITERACIA FINANCEIRA: É
a capacidade que os consumidores têm para a tomada de decisões
financeiras informadas. Vai desde a gestão do seu orçamento
familiar, ao planeamento de despesas e escolha de serviços e
produtos financeiros adequados, à aplicação de poupanças e recurso
ao crédito em condições que lhes sejam mais vantajosas.
M.
MESADA: Trata-se do valor que os adultos dão
às crianças todos os meses de forma a ensiná-las a gerir o seu
dinheiro.A mesada é um
instrumento fundamental na educação financeira dos filhos.
N.
NECESSÁRIO:
É algo indispensável, ou seja, muito importante e que não podemos
viver sem.
O.
ORÇAMENTO:
Consiste na previsão de recursos, isto é, no dinheiro que se tem
para um determinado período e as despesas que devem ser cobertas
pelos mesmos.
ORÇAMENTO FAMILIAR: É uma
espécie de mapa de gestão das finanças pessoais que permite a uma
família controlar melhor o dinheiro e planear o futuro. Neste mapa
são identificados todos os rendimentos e despesas do agregado
familiar.
P.
POUPANÇA:
É a parte da receita que não
é consumida, ou seja, é o dinheiro que se guarda, com o objetivo de
utilizá-lo no futuro.
PREÇO:Valor de venda do produto
ou serviço. É obtido pelo estudo dos custos do produto, os preços da
concorrência e o quanto os clientes estão dispostos a pagar pelo
produto.
R.
RECEITA:
Refere-se ao dinheiro que
entra no orçamento, ou seja, quanto uma pessoa recebe.
RECEITAS
FIXAS:
Estão presentes todo mês
e no mesmo valor (como o salário).
RECEITAS VARIÁVEIS:
Variam em frequência e
valor (presentes de aniversário, prémios, trabalho extraordinário,
etc.).
S.
SALDO:
É a diferença entre as receitas e as despesas.
SUPÉRFLUO: Algo
que é dispensável, que podemos viver sem, ou seja, que não é
necessário consumir.
T.
TAXA DE
JUROS:Preço do dinheiro, isto
é, indica a renda derivada de um investimento ou o custo de um
empréstimo. As taxas de juros são expressas em percentagens mensais
ou anuais. Por exemplo, 12% ao ano.
As
docentes deste Projeto promoveram uma formação intitulada “O
dinheiro não cresce nas árvores”, dirigida aos alunos da Unidade
Especializada que teve lugar no dia 10 de Janeiro. A Dra. Cátia
Freitas do departamento de Educação e Qualidade de Vida da Câmara
Municipal do Funchal apresentou o tema e, de uma forma muito lúdica,
conseguiu interagir com os alunos. Foi uma atividade muito
interessante e muito produtiva. Dando continuidade ao tema geral
sobre poupança foi ainda proporcionado a estes discentes a
participação num concurso ”O meu mealheiro”, em parceria com os
docentes daquela Unidade.
Dia Mundial da Poupança
Porque
“Saber consumir é saber poupar”
convidámos
um técnico do Serviço da Defesa do Consumidor, para falar aos alunos
das turmas 5º6 e 5º8, sobre a importância da poupança.
PROJETO DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA
O
desafio lançado em Janeiro aos alunos da Unidade Especializada, mais
concretamente a possibilidade de participarem num concurso
intitulado “O meu mealheiro” foi aceite com entusiasmo. Durante este
tempo sete alunos daquela unidade, ajudados pelos professores,
elaboraram um mealheiro reutilizando para o efeito diversos
materiais. O resultado final foi muito interessante e os mealheiros
fizeram parte da exposição na “semana das artes”.
Para a
atribuição de prémios foi pedido a colaboração das professoras
Isabel Morna e Célia Freitas, que selecionaram os três mealheiros
mais criativos. Aos restantes alunos foram entregues certificados de
participação. Ficou um registo fotográfico que revela as expressões
de felicidade daquelas crianças terminando, desta forma, uma
atividade simples mas com certeza enriquecedora.
No dia 1 de
fevereiro esteve novamente presente na nossa escola a Dra. Cátia
Freitas do Departamento de Educação e Qualidade de Vida da
Câmara Municipal do Funchal. Desta vez foi convidada para
abordar o tema
“SABER GERIR PARA
MELHOR CONSUMIR”.
Esta formação foi dirigida aos alunos da turma 3 do 7º ano e
decorreu na aula de Formação Pessoal e Social. Teve como
objetivo sensibilizar os alunos para a necessidade de haver uma
boa gestão dos rendimentos familiares e assim evitar possíveis
endividamentos.
Foi proporcionado
aos alunos do 7º ano da turma 13 uma Ação de Formação sobre o
EURO, no dia 24 de Março, no âmbito da disciplina de Geografia e
do Projeto de Educação Financeira. A sessão foi orientada por
dois técnicos do Banco de Portugal e teve como principal
objetivo o conhecimento das notas Euro, mais propriamente as
suas caraterísticas, os elementos de segurança e a contrafação.
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